Actividades

Dia 18 de Dezembro, sábado, às 14,00

Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária.

Terão lugar na Biblioteca do Clube Fenianos Portuenses, a rua do Clube Fenisnos, no Porto
Serão discutidas e votadas alterações ao Regulamento Geral e  discutidos e votados o Relatório da Direção, Actividades realizadas em 2024 e a realizar em 2025 e o Parecer do Conselho Fiscal.

 

Dia 24 de Janeiro, sexra-feira, 15h00

VISITA guiada à Igreja de S. José das Taipas no Porto e seu Museu

Campo Mártires da Pátria, 159, à Cordoaria

A Igreja de S. José das Taipas situa-se nas proximidades do Palácio da Justiça e de vários imóveis classificados, como a Cadeia e Tribunal da Relação do Porto e a Igreja e o Mosteiro de São Bento da Vitória. Fica, também, muito próxima da casa onde nasceu João Baptista de Almeida Garrett, sita na Rua Dr. Barbosa de Castro, n.º 37-41, artéria conhecida como Rua do Calvário entre 1679 e 1920.

  A Igreja de S. José das Taipas (1795-1878) foi riscada e decorada pelo engenheiro-arquitecto Carlos Amarante, ao gosto neoclássico, num estilo patente em outras obras do mesmo autor (como as igrejas do Bom Jesus, de S. João de Marcos e do Pópulo, em Braga).

A Igreja de S. José das Taipas foi administrada pela Irmandade das Almas de S. José das Taipas, criada em 1780 e que resultou da junção das confrarias de S. Nicolau Tolentino das Almas e de S. José das Taipas. Foi a esta Irmandade, que inicialmente reunia numa capela situada na Rua do Calvário, que, em 1810, os moradores da Ribeira entregaram o sufrágio das vítimas do Desastre da Ponte das Barcas, ocorrido a 29 de Março de 1809, e a recolha das respectivas esmolas. Eis a razão pela qual, durante cerca de 100 anos, a Irmandade realizou, anualmente e depois das exéquias, uma procissão entre esta Igreja e a Ribeira, local para onde Teixeira Lopes, pai, produziu o mural brônzeo das “Alminhas da Ponte“.

Na escadaria exterior de acesso à Igreja existe uma caixa de esmolas para as “Almas” e, no seu interior, uma pintura de óleo relembra aquele funesto episódio da história portuense.

O pequeno núcleo museológico exposto no corredor a nascente, contém entre outras peças, um cruzeiro medieval, em granito policromado e decorado com cenas da Paixão, um presépio em terracota do séc. 18, dentro de maquineta, com variadas figurinhas e diferentes materiais, um Sacrário ou Urna da Semana Santa, em talha dourada “rocaille”, um relógio de caixa alta, séc. 18, pintado e decorado com “chinnoiserie”.